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Um ano após inauguração, novo Pistão Sul melhorou a rotina de mais de 60 mil motoristas

Pistas mais seguras, trânsito mais fluído: o novo Pistão Sul é mais uma obra deste Governo do Distrito Federal (GDF) para transformar a mobilidade de Taguatinga. Inaugurada em setembro do ano passado, a intervenção recebeu investimento de R$ 43 milhões e consistiu na troca completa do asfalto, construção de redes de águas pluviais e ciclovias, além de sinalização vertical e horizontal.

O trecho totaliza extensão de 10,8 km (nos dois sentidos) e recebe mais de 60 mil motoristas diariamente, vindos de cidades próximas, como Águas Claras, Arniqueira, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Vicente Pires e Ceilândia. Além disso, o Pistão Sul é marcado pela forte presença de comércio de diversos nichos que atrai moradores de todo o DF

“É uma via de ligação muito importante, não só para a população de Taguatinga, mas para todos que frequentam essa Região Sul do Distrito Federal. Por aqui, temos motoristas que vêm do Recanto das Emas, Riacho Fundo, muitas vezes por quem deseja acessar a Estrutural ou a EPTG”, destacou o governador Ibaneis Rocha, durante a solenidade de entrega da obra.

Os trabalhos foram executados por empresas contratadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF). Durante os trabalhos, iniciados em 2023, os serviços geraram 130 empregos diretos e indiretos. Segundo o superintendente de Obras do órgão, Cristiano Cavalcante, a primeira etapa foi a ampliação da capacidade do viaduto sobre a linha do metrô.

“Antes nós tínhamos duas faixas no Pistão Sul e mais o acostamento. Como circulam cerca de 60 mil veículos por dia, houve a necessidade de ampliar o fluxo, transformando o acostamento em uma terceira faixa”, afirma. O estreitamento que ocorria na chegada ao elevado também foi eliminado. “Redimensionamos as faixas e tiramos uma barreira de concreto que existia, permitindo três faixas sobre o viaduto e mantendo a circulação de pedestres preservada”.

Além disso, toda a extensão do Pistão Sul — da EPNB à EPTG — ganhou uma faixa adicional de rolamento, permitindo a redução de gargalos no tráfego. “Onde existiam duas faixas; hoje, são três em cada sentido. Fizemos isso nos dois lados da via, tanto para quem segue para Taguatinga quanto para quem retorna para a EPNB”, afirma o superintendente.

A segunda etapa foi a reconstrução completa do pavimento. “Trocamos todo o asfalto antigo, já deteriorado, e reforçamos a estrutura em trechos que chegaram a exigir escavação de até um metro de profundidade”, esclarece Cavalcante. Por nunca ter recebido uma restauração deste porte desde a implantação, a via apresentava desgaste significativo. “Hoje o Pistão Sul está totalmente reconstruído, nos dois sentidos, com pavimento novo, que deve durar pelo menos dez anos sem necessidade de intervenção”, garante.

Outra frente do trabalho do GDF foi a implantação da ciclovia. “Antes, os ciclistas circulavam na pista, o que afetava a fluidez e aumentava o risco de acidentes. Com a ciclovia segregada, no canteiro central, garantimos segurança para quem pedala e melhoramos a fluidez dos veículos”, explica. A estrutura está presente em toda a extensão do Pistão Sul, com sinalização vertical e horizontal, além de gradis em alguns trechos.

De Agência Brasília

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