O parlamentar justifica no texto que desde o início da pandemia do coronavírus ocorreu a suspensão das aulas presenciais e consequentemente os motoristas de vans escolares ficaram desamparados, vez que dependem do pleno funcionamento das instituições de ensino para continuarem trabalhando.
Dentre outros municípios, Wilde Cambão cita que só em Luziânia são 176 vans terceirizadas que prestavam serviços particulares e 82 ao município, fazendo a rota da zona rural, e que depois da paralisação, além de enfrentarem dificuldades financeiras acabaram ficando sem condições de arcar com o pagamento das parcelas de financiamento de seus veículos, que na maioria dos casos é um valor bem elevado.












